quarta-feira, 27 de abril de 2011

O Vencedor

O filme O Vencedor é baseado na biografia do lutador Micky Ward, Irish Thunder: The Hard Life and Times of Micky Ward.
Dicky Ecklund (Christian Bale) é um ex-lutador de boxe viciado em crack e treina seu meio-irmão Micky Ward (Mark Wahlberg).
A mãe de ambos é superprotetora e logicamente se mete em tudo. Porém faz vista grossa em relação ao vício de Dicky.
O filme é um drama na medida certa que tem o boxe como pano de fundo, mas sem o apelo de vitórias ou derrotas mirabolantes.
Todos os conflitos do filme são pertinentes, mas o filme os aborda sem exageros. Seja a questão das drogas, brigas familiares, lutas de boxe, etc.
Christian Bale é o destaque do filme! Desde o início do longa ele se mostra um viciado iludido com seu passado glorioso. Um filme que a HBO faz com ele aumenta essa ilusão, até o documentário passar na TV e ele sua família perceberem que se trata sobre o vício do crack. Aliás esse documentário parece despertar Ecklund e sua família.
Já Mark Wahlberg faz um Micky Ward submisso até tomar uma surra em uma luta desigual e questionado por sua namorada Charlene (Amy Adams) sobre a real importância que sua mãe-empresária e seu irmão-treinador tem sobre sua vida.
Melissa Leo (Alice Ward) levou o Oscar de atriz coadjuvante faz boas cenas com Bale que também venceu o de ator coadjuvante. Com certeza ele a ajudou muito. Uma cena muito boa entre os dois é quando Christian Bale começa a cantar I Started a Joke dos Bee Gees.
"Comecei uma piada Que fez todo mundo chorar Mas eu não vi que a piada era sobre mim..."

quarta-feira, 20 de abril de 2011

II Festival do Minuto Universitário

Festival do Minuto Universitário tem tema livre e inscrições podem ser realizadas até o dia 20 de setembro. Vale tudo: de administração de empresas a artes cênicas, passando por medicina, arquitetura, psicologia, relações internacionais, jornalismo e, acreditem, física, química e matemática. Não importa de que curso você é estudante ou qual carreira pretende seguir. Tampouco importa se é da área de exatas, humanas ou biológicas. Menos ainda em qual região do país está a sua universidade, se no interior, capital, norte ou sul.
Para participar do II Festival do Minuto Universitário, basta estar cursando ensino superior e, claro, ter uma boa idéia.
O concurso, voltado para universitários, está pela segunda vez nas ruas (a primeira foi em 2005) e distribuirá R$20 mil em prêmios.
O objetivo é incentivar a produção de vídeos por jovens nos quatro cantos do Brasil: seja para pensar questões de suas áreas de atuação, para aplicar conhecimentos específicos de seus cursos através do audiovisual, ou, simplesmente registrar um dia em sua universidade, o tema é livre e, como sempre, o que vale é a criatividade.
Os vídeos serão analisados por uma equipe de curadoria do Festival, que dessa vez, contará com vinte curadores júniors e universitários, que serão contratados especialmente para esse concurso, de forma a aproximar os olhares e perspectivas dos que concorrem ao dos que avaliam.
As inscrições poderão ser realizadas até 20 de Setembro, data limite.
Para Marcelo Masagão, criador e curador do Festival, a produção de vídeos minuto ultrapassa em termos didáticos o interesse espontâneo demonstrado pelos estudantes, revelando-se uma eficaz ferramenta de discussão audiovisual."Muitos professores universitários adotam o formato minuto em sala por ser um formato excelente para discussão da linguagem audiovisual", diz Masagão.
Inscreva-se aqui.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Del Rey no Studio SP

Na semana em que Roberto Carlos faz 70 anos, a banda Del Rey se apresenta no Studio SP
A Del Rey começou por causa de uma desilusão amorosa. Um amor em crise e a vontade de expressar musicalmente a angústia que o desentendimento causava. Nada melhor do que as baladas do rei Roberto Carlos, que tanto cantou sobre as inesgotáveis possibilidades de amor em toda sua plenitude romântica, para se fazer escutar. “As músicas mexem com o coração de todos da banda e quando estamos tocando, cada um põe a alma e o coração em serviço da canção”, diz China. “Por isso, cada música ganha nosso sentido e nosso balanço”, acrescenta.
Em maio de 2003 surgiu a idéia de formar a banda, após um telefonema de uma amiga que pedia sugestão de um grupo para animar uma festa. Com o telefone na orelha, eles acabavam de encontrar a primeira oportunidade para “ensaiar” a Del Rey e ver se o negócio tinha futuro. Poucos dias depois, China (ex-Sheik Tosado, agora com projeto solo), Chiquinho, Felipe S., Samuel e Vicente (todos da Mombojó) já faziam o primeiro show no Capibar, um bar na margem do Rio Capibaribe, em Recife.
O sucesso foi inesperado. A partir daí surgiram inúmeros convites para tocar em outros lugares e o grupo decidiu levar a idéia em frente. A formação mudou um pouco, saiu Samuel e entrou Marcelo Machado, também da Mombojó. Mas a diversão continua a mesma. Amigos que se juntam para tomar cerveja, tocando as músicas que ouvem em casa da maneira que elas os atingem, sem se preocupar com o público ou com somas de dinheiro.
“De certa forma, a Del Rey ajuda nos projetos oficiais de todos, por ser uma válvula de escape. Sem preocupações, vamos conhecendo e experimentando novas sonoridades, atingindo outro tipo de público e, por que não, divulgando nossos trabalhos oficiais”, lembra China.
China e Mombojó trocam figurinhas há cinco anos. Depois da primeira experiência, não pararam de fazer projetos juntos. Uma brincadeira saudável, que acabou virando coisa séria e instrutiva. Com quatro anos de formação, a Del Rey já se apresenta Brasil afora e coleciona boas críticas em vários jornais, revistas e programas televisivos do País.


Del Rey no Studio SP
Dia 22 de abril
R$30
Às 23h
Rua Augusta, 591 - Consolação
São Paulo - SP
Tel: (11) 3129-7040

quinta-feira, 14 de abril de 2011

“Commedia all’italiana”

A Caixa Cultural São Paulo (Sé) apresenta, a partir desta terça-feira (19) até 1º de maio, a mostra de cinema “Commedia all’italiana”, que busca consolidar, na mente dos espectadores, os traços culturais de uma época que influenciaram, não só o Brasil, mas todo o mundo. As atrações são gratuitas e aproveitam as comemorações do Momento Itália-Brasil. Serão exibidos, durante duas semanas, os filmes mais significativos do gênero, cujo auge produtivo aconteceu no período compreendido entre o final das décadas de 1950 e 1970. São 26 filmes, que abordam um leque amplo de opções estéticas e de problemas sociais nesse recorte cronológico.
Serão apresentados filmes de Mario Monicelli, Pietro Germi, Ettore Scola e Vittorio De Sica, dentre outros. Além dos filmes, a mostra prevê a realização do curso “Commedia all’italiana”, com o crítico, historiador e pesquisador de cinema italiano, Enrico Giacovelli e um debate com os convidados Jorge Coli (UNICAMP) e Mariarosaria Fabris (USP-SP). Durante a mostra, será lançado também o livro “Commedia all’italiana” – primeira publicação sobre o gênero, a ser editada no Brasil. Organizado por Kelly Santos e Raphael Fonseca, o livro é uma contribuição de pesquisadores brasileiros e italianos para o cinema internacional.
A “commedia all’italiana” era feita por cineastas como Dino Risi, Ettore Scola, Lina Wertmüller, Mario Monicelli e Pietro Germi. Apesar da convergente vontade de crítica social à realidade de seu país, esta se dá no uso inteligente da “comédia de costumes”, gênero teatral conhecido pelo seu potencial satírico, que aqui é transformado em gênero cinematográfico. Nos filmes de Mario Monicelli, por exemplo, a articulação crítica se dá a partir da representação da família e grupos de amigos italianos, com seus conflitos econômicos, judiciais, morais e sociais, num movimento que vai de dentro para fora. Na medida em que a “commedia all’italiana” ganha popularidade, surge a comédia romântica, estrelada por grandes atores, como Sophia Loren, Vittorio Gassman, Claudia Cardinale, Nino Manfredi e Ugo Tognazzi.
Trata-se de uma espécie de “Idade do Ouro” do cinema italiano, na qual diversos filmes tiveram uma grande repercussão por toda Europa e Estados Unidos, alcançando sucesso de bilheteria, crítica e premiações.

Mostra de cinema “Commedia all’italiana”
Caixa Cultural São Paulo (Sé) - Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo (SP)
Datas: de 19 de abril a 1º de maio de 2011
Horários dos filmes: Vide programação
Capacidade: 65 lugares
Todas as informações sobre a mostra, programação dos filmes, sinopes e inscrição para os cursos, poderão ser encontradas no site “Commedia all’italiana”
Grátis

terça-feira, 12 de abril de 2011

Panorama do Choro Paulistano Contemporâneo na Casa do Núcleo

Com o objetivo de registrar e divulgar o Choro, os percussionistas e pesquisadores Yves Finzetto e Roberta Valente criaram Panorama do Choro Paulistano Contemporâneo. O Projeto resultou em um disco com diversos instrumentistas e compositores em atividade na cena do Choro contemporâneo em São Paulo.
Com músicas compostas ou selecionadas especialmente para o Projeto interpretadas por seus compositores e pelo Sexteto Panorama - Alexandre Ribeiro, João Poleto, Gian Corrêa, Henrique Araújo, Roberta Valente e Yves Finzetto.
Ao todo, são trinta artistas envolvidos em dezesseis músicas inéditas de Alessandro Penezzi, Arnaldinho Silva, Danilo Brito, Edmilson Capelupi, Edson José Alves, Everson Pessoa, Israel Bueno de Almeida, Izaías Bueno de Almeida, João Poleto, Laércio de Freitas, Luizinho 7 cordas, Maurílio de Oliveira, Milton Mori, Nailor Proveta, Ruy Weber, Thiago França, Toninho Ferragutti e Zé Barbeiro.
No dia 16 de abril, o Sexteto Panorama interpretará as músicas do Projeto na Casa do Núcleo.
A Casa do Núcleo é o centro cultural do Núcleo Contemporâneo, idealizado pelo pianista e realizador Benjamim Taubkin. O que o diferencia de outros centros culturais é o fato de ser um espaço destinado exclusivamente a música e a projetos relacionados.

Panorama do Choro Paulistano Contemporâneo
Dia 16 de abril
Às 16h
R$ 20
Casa do Núcleo
Rua Padre Cerda, 25, Alto de Pinheiros, São Paulo – SP
Tel (11) 3032-8401

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Sob o Peso dos Meus Amores


"Sobre o peso de meu amores
Eu vejo a distância
Eu vejo os atalhos
Eu vejo os perigos
Eu vejo os outros gritando
Eu vejo um
Eu vejo o outro
Não sei qual amo mais
Sob o peso dos meus amores."

Estes versos de José Leonilson estão na exposição em sua homenagem no Itaú Cultural que vai até o dia 29 de maio.
No total são 318 obras - 313 do próprio artista, entre seus trabalhos e também objetos de arquivo, agendas e cadernos, quatro de Albert Hein e uma assinada pelos dois - apresentadas nos três andares.
Pela sua dimensão e importância, esta coleção vinda de Munique ocupa todo o primeiro subsolo do espaço expositivo do instituto e apresenta 71 obras - quatro de autoria de Hien, 66 assinadas por Leonilson, e uma instalação nunca antes exibida no país: How to Rebuild at Least One Eight Part of the World feita a quatro mãos pelos dois amigos. A maioria das obras são inédita.
Um dos expoentes da chamada Geração 80, Leonilson se firmou como um dos destaques no panorama cultural brasileiro no início da década de 1990. Com a sua obra contundente, expressou em seus desenhos, pinturas, bordados, esculturas e instalações os dramas e as angústias do homem contemporâneo.
Fiquei muito impressionado com a intensidade que Leonilson colocou nas obras. Destaque para as agendas digitalizadas, onde podemos ver várias anotações do artista.
Meio clichê, mas não tem jeito: imperdível!

Sob o Peso dos Meus Amores
Itaú Cultural
Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô
Fones: 11. 2168-1776/1777
Até 29 de maio de 2011
De terça a sexta, das 9h às 20h
Sábado, domingo e feriados, das 11h às 20h
Grátis

terça-feira, 5 de abril de 2011

Arte da Vila 2011

Nos dias 9 e 10 de abril, o Arte da Vila, em São Paulo, tem como tema principal O Ateliê. Exposição itinerante “Vai e Vem - O cotidiano no Metrô” e a edição de um catálogo com as obras dos artistas participantes são os destaques.
A imagem-símbolo do Arte da Vila 2011 é representada por uma janela que se abre para o público, numa alusão ao artista que expõe sua identidade em seu local de trabalho. A ideia é levar a experiência do “fazer artístico” para a rua e cativar os visitantes.
Cerca de 150 artistas, em 60 ateliês integram o Arte da Vila 2011, que neste ano tem como tema principal O ateliê.
Surpresas como apresentações de música, performances, instalações, workshops e oficinas fazem parte do passeio.
São distribuídos 70 mil mapas impressos com uma breve descrição das atividades desenvolvidas nos ateliês orientando o visitante a entrar em locais charmosos, porém muitas vezes escondidos. (veja roteiro completo, em anexo).
Doze vans circularão pelo bairro para transportar os visitantes e dois pontos de informação, além do tradicional na
Estação Vila Madalena, serão montados nas esquinas das ruas Fradique Coutinho com Wisard e Rua Fidalga com Rua Aspicuelta. Neste ano, cerca de quinze monitores, estudantes de artes plásticas, auxiliarão o público para esclarecimento sobre as técnicas e o trabalho desenvolvido nos ateliês.
Arte da Vila é um evento gratuito, esperado pelo público paulista e de outros Estados. Atualmente estima-se que 10 mil pessoas passeiem pelo bairro durante a ação. Ao longo de seus nove anos, tornou-se tradicional na cidade e está oficialmente incluído no Calendário Oficial de Turismo da SPTuris.
Quando a primeira edição do Arte da Vila aconteceu em 2003, algo se modificou no cotidiano do bairro. Artistas abriram suas portas para receber o público. Para os visitantes a arte tornava-se mais acessível; ingrediente fundamental para a construção da identidade cultural de um povo. A troca de experiências é gratificante para todos, os visitantes conhecem de perto os anseios dos artistas, e estes têm sua obra valorizada e reconhecida.
Desde 2003, o Arte da Vila revela aos visitantes os charmosos e, às vezes, escondidos ateliês da Vila Madalena.
Exposição no Metrô:
De 8 a 30 de abril, quinze artistas expressarão sua visão sobre o Metrô de São Paulo em exposição intitulada Vai e Vem - O Cotidiano no Metrô. Serão expostos cinco totens com obras bidimensionais de participantes do Arte da Vila.

Arte da Vila 2011
Dias 9 e 10 de abril de 2011 – das 10h às 19 h
Grátis

sábado, 2 de abril de 2011

Mulheres da nova geração - Centro Cultural Fiesp

O Centro Cultural Fiesp retorna neste mês de abril com seu Projeto Quartas Musicais. Tiê e Mariana Aydar farão seus respectivos shows nos dias 20 e 27.
Tiê lançou seu primeiro disco - inteiramente autoral, intitulado Sweet Jardim (2009). Neste primeiro álbum, Tiê mostra suas composições, canta e toca piano e violão, em dez faixas de autoria própria, gravadas ao vivo, ao estilo low-fi – antiga tendência resgatada por novos cantores/compositores folk do mundo todo.
Mariana Aydar já prepara seu terceiro álbum e deve apresentar algumas dessas novas músicas no show. Destaque para Solitude, música dela com Luisa Maita.
Kavita 1 seu álbum de estreia, mostrou Mariana como grande interprete e Peixes, Pássaros E Pessoas, podemos perceber seu talento como compositora.

Mulheres da nova geração - Tiê e Mariana Aydar
Dias 20 e 27 de abril
Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso
Teatro do SESI
Av. Paulista, 1.313 – São Paulo
20 horas
R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia-entrada).
Vendas na bilheteria do teatro ou pela Tickets For Fun